SANTOS DUMONT E O INÍCIO DA DEPRESSÃO

SANTOS DUMONT E O INÍCIO DA DEPRESSÃO

Considerado o primeiro maior acidente aéreo da aviação brasileira, o hidroavião da Condor precipitou-se na Baía da Guanabara (03/12/1928), após arriscadas evoluções, num voo em homenagem a Santos Dumont, que assistia ao evento a bordo do navio Arcona.

P-BACA (Santos Dumont -batizada em homenagem ao aviador)
SS Cap Arcona

Santos Dumont voltava de Paris, após seis anos, e seria recepcionado por intelectuais amigos, a partir de um avião que levava seu nome, de onde seriam lançadas flores e objetos, incluindo uma carta de boas-vindas. Outro hidroavião da Condor, o “Guanabara”, veio juntar-se às comemorações, criando uma rota de colisão, evitada, mas que causou a tragédia, vitimando 14 pessoas — cinco tripulantes e nove passageiros.

SANTOS DUMONT E O INÍCIO DA DEPRESSÃO

Este episódio foi fundamental na vida de Santos Dumont, levando-o ao caminho da depressão.

Ele tiraria a vida três anos depois de voltar ao Brasil. Aqui, sem esquecer sua tragédia pessoal, foi martirizado pelo uso mortífero do seu invento nos conflitos da guerra, onde a aviação desempenhava papel de carrasco.

Ao viver os horrores da guerra com seu invento transformando-se em arma mortífera , e os desastres aéreos, ceifando vidas,

Santos Dumont foi tomado por profunda depressão buscando no seu suícidio o caminho da redenção.Ele se auto puniu como CARRASCO DA HUMANIDADE

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