GENTE NOSSA & COISAS NOSSAS

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MINHA ENTRADA NA VARIG FOI  UM GOL DE PLACA

Seleção gaúcha do Colégio Deliberante. Campeã da Copa Internacional Ruben Berta, nos anos 70. O time jogava por música sob a batuta do dono da bola…

O futebol reservou para mm momentos inesquecíveis, sendo fator de grandes amizades que se estenderam pelo mundo Varig. Nos anos 70  eu era membro do Colégio Deliberante, quando foi organizada a Copa Ruben Berta, reunindo as seleções de Porto Alegre, São Paulo. Rio de Janeiro e Resto do Mundo ( como chamávamos o pessoal do exterior).Como anfitriões cumprimos memorável jornada, alcançando de forma invicta o título de campeões. Este evento abriu as portas para mim. gerando inesquecíveis amizades ao redor do nosso mundo, fortalecidas com a edição da Rosa dos Ventos e da Revista de Bordo Icaro.

ENTRADA NA VARIG FOI  UM GOL DE PLACA

Um dos meus amigos inesquecíveis na Varig, chama-se Gastão  Edgar  Bayer, companheiro do Treze FC, um time da rua Portugal, papão na zona, que se reunia no Bar do velho Rubens e dona Otília, formado na sua maioria por funcionários da Varig.. Na época, eu tinha fama de craque ( jogava nos juvenis do Força e Luz, da primeira divisão profissional, enfrentado os  “cobras” da categoria, do Inter e do Grêmio e me saia bem. A Varig estava inaugurando  o seu  Ginásio de Esportes  com cancha coberta, coisa inédita, bolada pelo Seu Berta  (como eles o chamavam). Havia uma disputa acirrada entre os times do campeonato interno organizado pelo Grêmio  Esportivo dos Funcionários da Varig( ( GEFUVAR) que era assunto badalado entre o pessoal do 13.

 Certa vez, o Gastão veio trazendo a tiracolo  o Irgen Negri e o Arno Kaiser. com um convite irrecusável –  jogar no “Gato Preto”, para reforçar o time com meus dribles desconcertantes e domínio de bola, tudo que era exigido num espaço curto. Mas, tinha um detalhe. Precisava ser empregado da Varig. Os dois  (Kaiser e Negri) eram chefões.na companhia e logo resolveram o imbróglio, conseguindo uma vaga no CSM  (Controle de Serviço da Manutenção). Para ser admitido na Varig, era necessário passar por uma entrevista e fazer exame de conhecimentos gerais. que consistia alguma coisa como história e geografia, exercícios de matemática e um tema de redação. Eu,  tinha terminado o Científico, nas Doires,  e estava na “ponta dos cascos”.  No outro fim de semana, Kaiser me avisou que precisava me apresentar na Varig para saber o resultado de responsabilidade do  setor de Recurso Humanos. Fui atendido por Eurico Mozer (que viria a tornar-se grande companheiro). O encontro foi cordial e logo veio o resultado considerado muito bom.

Faltava saber o valor do ordenado, Foi bem maior do que o esperado.. Levei um choque e mostrei minha reação pelo vermelhão do rosto. Ele  imaginou do meu desagrado e de imediato completou com desculpas, afirmando que logo viria aumento . Um quadrimotor estava chegando e os voos para o exterior significavam  um crescimento garantido.. Saí correndo  (de bicicleta) para levar a novidade para a família, passando antes na casa da Geny, na Coronel Feijó, (garantindo os anéis do noivado)

Quando iniciei minha atividade na Varig ( O7/O7/54) logo senti a importância da Fundação dos Funcionários e a presença de Ruben Berta como líder inconteste da organização, .onde eu construiria uma carreira de 40 anos, dedicados a divulgar e fortalecer a marca Varig pelo Brasil e o mundo.. Três ano depois do meu ingresso, no majestoso Ginásio de Esportes que me acolheu, pude viver a emoção do meu casamento com a Geny, que passou a  juntar ao seu nome Torres de Albuquerque, numa união  que nos deu três filhos lindos, cinco netos e agora a primeira bisneta que acaba de chegar. Tudo fruto de um casamento que neste mês de dezembro completou 64 anos  de felicidade, sempre contando com a sombra protetora da Varig,(através do Aerus) que permanece viva em nossos corações.

MARIO DE ALBUQUERQUE

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